Arquivo | julho, 2009

Roteiro de brechós na cidade de São Paulo

28 jul

Roteiro de brechós na cidade de São Paulo ( muito útil para os estudantes de moda)

– Vintage

End: Rua: Rodésia, 76

Tel: 3815-8480

– Passado Presente

End: Rua augusta, 2.690, lojas 16 e 31 , Galeria ouro Fino

Tel: 3081-6253

– Trash Chic

End: Rua Capitão Prudente,223

Tel: 3815-3202

– Re Portela Depot

End: Rua Oscar Freire,686, cj06

Tel: 3081-5083

– Vó Judith

End: Rua; do Carmo,122

Tel: 3105-4753

– Camarim

End: Rua; Antonio de Macedo Soares, 1.554

Tel: 5543-5304

Guaraná Rolha

End: Avenida Pompéia, 1463

Tel:3871 22 58

– Juisi By Licquor

End: Al. Tietê,43 Lj 06

Tel: 3063-5766 

– Minha Avó Tinha

End: Rua: Dr. Franco da Rocha,74

Tel: 3865-1759

 Spazio 1717

End: Rua Rodésia, 74 – Vila Madalena

 Tel: 3815.8480

Túnel do Tempo

End: Rua Major Maragliano, 387 – Vila Madalena

Tel: 5082-1566

E O Tempo Levou! brechó, Bazar & Artes

End:

Rua Turiassú, 876 – Perdizes

Tel: 3803.9384

Oficinas culturais – Oswald de Andrade

24 jul

MODA

OFICINA DE CRIAÇÃO DE MODA EM TÉCNICA MOULAGE – 15 vagas (S) Coordenação: Guilherme Mata 15/8 a 10/10 – sábados – 13h30 às 17h30 Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário na área Faixa etária: adolescentes e adultos Seleção: carta de interesse e entrevista dia 12/8 – 17h30 às 21h30 Inscrições: 27/7 a 10/8

OFICINA DE MODA “DESCOMPLICANDO A MODELAGEM” – 20 vagas (S) Coordenação: Rita Comparato 1/9 a 17/11 – terças-feiras – 18h30 às 21h30 Público-alvo: interessados com conhecimento intermediário na área Faixa etária: adultos Seleção: currículo e carta de interesse Inscrições: 27/7 a 25/8

 Oficina do Bom Retiro

Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – Cep: 01123-001 – São Paulo – SP Telefone: (11) 3221-5558 / 3222-2662 | oswalddeandrade@assaoc.org.br Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 8h às 22h, sábado das 10h às 18h e domingo das 13h às 18h

WORKSHOP DE CRIAÇÃO DE FIGURINOS – 15 vagas (S) Coordenação: Olimaris de Freitas 3/11 a 1/12 – terças-feiras – 18h às 21h Público-alvo: Interessados com conhecimento intermediário em teatro ou moda Faixa etária: adultos Seleção: currículo Inscrições: 27/7 a 30/10

Oficina Itaquera Rua Victório Santin, 206 – Itaquera – Cep: 08290-000 – São Paulo – SP Telefone: (11) 2205-5180 | avolpi@assaoc.org.br Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 13h às 22h e sábado das 10h às 18h

Street wear – 3º parte

23 jul

A música

A música pop e suas estrelas nos anos 50 e 60 começou a influenciar muito no modo de vestir no jovens da época. Os casacos, as gravatas estreitas, os sapatos de camurça, os penteados com popa para os homens e os petticoats e rabos de cavalos para as mulheres se tornaram populares. Nos anos 60 as tendências começaram a diversificar-se. Os Beatlles, usaram ternos de couro, os The Who também usaram ternos completos mas também usavam calça Jeans e t-shirt. Os jovens fãs copiaram rapidamente. Os jovens politicamente ativos, vestiam-se como seus ídolos, influenciados pela música folk americana como a de Bob Dylan. Todos esses músicos tocaram no festival de Woodstock.

“Swinging London”

Nos anos 60 a moda britânica começa a se impor à moda francesa, tornando-se vanguarda internacional, estilistas como Mary Quant, Bárbara Hulanick, e muitos outros ditaram as tendências. Quem quisesse ser moderno olhava para o que se passava na Swinging London. Mary Quant Foi a inventora da minissaia, junto com Courréges. Ela se inspirava nas tendências das ruas, de acordo com o modo de vida da juventude. Em 1963, Mary Quant alcança o êxito, depois de alguns dos seus vestidos curtos e direitos terem sido apresentados na Vogue. Ela captava facilmente os sinais do seu tempo. Não fazia diferenças entre o vestuário do dia e da noite e rejeitava a idéia de apresentar duas coleções anuais. Suas idéias logo se propagaram por toda Europa: gabardinas em PVC, shorts para os jovens, e grandes malas para usar a tiracolo. Mulheres de todas as idades usavam saias cada vez mais curtas, que mal tapavam os glúteos. A invenção dos collants sem costura, contribuía muito para o sucesso desta minimoda extrema. Eram lançados no mercado collants de todas as cores e padrões possíveis e imaginários, tornando-se um elemento decisivo do vestir da moda.

Mary Quant e modelos

Mary Quant e modelos

Dress for sucess

Na década de 80 o mundo da moda despediu-se da idéia de que moda significava um só estilo, uma só tendência. Impõe-se portanto, a diversidade de estilos, e originalidade artística está em saber utilizar as citações e relaciona-las umas com as outras.

Madonna é um exemplo da forma como os diversos elementos podem ser conjugados. Sua originalidade deve-se a uma combinação minuciosa de música movimento e vestuário sensual, tanto no palco como nos videoclipes. A mulher ideal dos anos 80 era esguia, musculosa e ambiciosa, com êxito em nível profissional e pessoal. E foi sobretudo essa ambição, que se manifesta em muitos domínios e também na moda que tornou Madonna num ícone dos anos 80.

Madonna 80´s

Madonna 80´s

Fim do Século

Os anos 90, continuaram a seguir as tendências inauguradas na década de 80, não criaram nada novo, mas produziram várias variações de silhuetas e estilos já conhecidos. Na moda juvenil observou-se um revivalismo da moda dos anos 60. As regras de etiqueta são menos rigorosas do que no séculos passados, sendo possível usar uma legging para ir ao teatro. Porque o que conta é agir da maneira que seja mais confortável. Uma moda democrática que permite combinar os mais diferentes tipos de design.

Exposição Christian Lacroix – Trajes de Cena

21 jul
Vestido e croqui do estilista Christian Lacroix

Vestido e croqui do estilista Christian Lacroix

Agora no mês de agosto inaugura a exposição na FAAp do Christian Lacroix – denominada: Trajes de Cena;

A exposiçao conta com a curadoria de Delphine Pinasa,  reúne aproximadamente 100 figurinos e 80 desenhos originais, criados pelo estilista francês, que já percorreram os principais teatros mundiais, vestindo atores e atrizes em produções de ballet, peças de teatro e óperas. Estão expostos, também, croquis, extratos de vídeos, entre outros.

 

Data: de 24/08 a 1/11/2009
Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903 – Higienópolis
Horário: De terças a sextas, das 10h00 às 20h00 – Sábados, domingos e feriados, das 13h00 às 17h00
Informações: (11) 3662-7198
E-mail: museu.secretaria@faap.br
ENTRADA FRANCA

Um pouco sobre Lacroix:

Nascido em 1951 em Arles, França, Christian Lacroix, um dos estilistas mais influentes da moda da década de 80. Estudou História de Arte e tinha intenção de ser curador num museu,  porém foi contratado como estilista na casa de costura Jean Patou. O sucesso do seu trabalho na Patou fez com que um grupo financeiro se interessasse em abrir uma casa de costura e uma marca com o seu nome em 1987. No final dos anos 80, quando a simplicidade e o minimalismo começavam a dominar a moda, os seus modelos em cores vivas, estampados vibrantes, bordados elaborados, misturas de tecidos e silhuetas volumosas trouxeram um novo vigor e de certa forma otimismo à indústria da moda.

Inovador e arrojado, o estilista francês ganhou fama internacional ao reinventar a alta-costura, levando para as passarelas do mundo vestidos que exibem o requinte de tecidos volumosos e a exuberância do preto e do vermelho. Inspirado no luxo e na ousadia da cultura espanhola, ele traz em suas criações vestidos esvoaçantes, cores fortes, pedrarias e muita sofisticação.

Street Wear 2º parte

16 jul

O cinema e a televisão

A televisão ao longo dos anos 60 ia-se tornando em fator decisivo da ocupação dos tempos livres, globalizando e os estilos de vidas. Também no que diz respeito à moda a televisão começou a ditar tendências. As serie policial inglesa os vingadores, Patrick Macnee e Diana Rigg era uma verdadeira ditadora de tendências fetichistas. O guarda roupa da serie era cheio de roupas de couro, influenciou estilistas da década seguinte como Gianni Versace ou Vivienne Westwood que fizeram com que a moda fetichista passasse a ser usada no dia-a-dia em ocasiões sociais.

cena do seriado "Os vingadores"

cena do seriado "Os vingadores"

No cinema Audrey Hepbum, Brigitte Bardot, Jeanne Moreau, Catherine Deneuve e Sophia Loren, eram referencias de beleza, marcando decisivamente a imagem dos anos 60. Mas alem das estrelas de cinema, também avia manequins como twiggy, foi nessa época que as modelos juntamente com os fotógrafos começaram a assumir o papel de verdadeira super Star.

Os jornais e as revistas também contribuíram tanto quanto a televisão nas tendências na moda através de personalidades como Jacqueline Kennedy, que se tornaram modelos um determinado modo de vestir. “Jackie” era considerada uma das mulheres mais elegantes do seu tempo. Gostavam muito de usar tailleurs com casacos direitos e curtos, vestidos de linhas direitas e fatos de calça e casaco de cores claras, sobre tudo cor-de-rosa, ela também andava sempre de chapéu e luvas. O chapéu pillbox, um chapelinho redondo e sem aba, tornou-se popular devido a ela.

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot

Street Wear – 1º parte

10 jul

O wear é que define as ocasiões de uso do público alvo.

Para atender as necessidades de uso das pessoas as empresas tem se aprofundado cada vez mais nas especificações dos wears. A origem do wear está no casual, sportswear e habilé. Como ponto de partida, estes wears ganharam novos adjetivos, qualificando-os para cada específica de uso da roupa pelo indivíduo.

 

STREET WEAR

O streetwear são roupas de rua usadas no cotidiano do indivíduo nas cidades com influências nas tribos urbanas ( grupos urbanos), também sofrem influências das roupas esportivas. Este segmento veio dos jovens que não queriam seguir as carreiras dos pais e saíram para as ruas á procura de emprego e de uma identidade e independência também expressas no modo de se vestir.

Tudo começou com a revolução industrial e o aparecimento das primeiras cidades urbanas onde a confecção  industrial em massa democratizou a moda.

No século xx as ciências da natureza tecnológica, relações internacionais, a política e o comércio sofreram uma rápida evolução. Também as estruturas sociais e a arte, em todas as suas diversas formas e correntes, sofreram fortes modificações. E a moda passou por várias revoluções nesta época. O rock and roll, o cinema e a televisão tiveram importante papel no modo de se vestir dos jovens nos anos 50. E a juventude tornara-se um fator de mercado importante que já não poderia ser ignorado. Presley e James Dean e Marlon Brandon, ídolos da juventude dos anos 50, são fenômenos característicos da tendência de prolongamento da adolescência, que teve o início justamente nesta época, como Peter Pan não queriam ser adultos, o que significa que já não se contentavam com a vida repartida entre trabalho e família da geração dos seus pais. Iam contra os valores baseados na acumulação de dinheiro e no supostamente correto, bem como a banalidade e o tédio do mundo pequeno – burquês. A infantilização da sociedade ocidental tem origem nos anos 50 e nos protestos dos jovens rebeldes e trouxe suas modas igualmente rebeldes. O streetwear é um segmento de mercado de moda que produz roupas.

 

Moda New Edwardian e Teddy Boys

 

As jovens burgueses, contrapunham um estilo mais opulento do que o de seus pais e ás privações dos anos de guerra. Inspirados no estilo da moda masculina do tempo de Eduardo VII da Inglaterra, usavam calças justas, casacas, ou casaco cintado com punhos e lapela de veludo, completando se possível, relógios de bolso e alfinetes de gravata com brilhante.

Em Londres no início dos anos 50, começaram a aparecer os Teddy Boys. Eram jovens do meio operário, que passavam seus tempos livres nas ruas juntando-se em gangs. Usavam casacos muito grandes e em tons escuros, com uma fila de botões e ombros exageradamente largos, calças largas, mais justas em baixo e que formavam pregas á volta do tornozelo. Começaram também a usar calças jeans justas. Para completar, usavam camisa engomada, colete e uma gravata muito fina ou um laço. Os sapatos tinham sola grossa de borracha, mais tarde os Teddy Boys começaram a usar sapatos extremamente bicudos. Este look encaixava perfeitamente com o penteado, um enorme topete fixado com a ajuda de muita brilhantina. No final dos anos 50 os teddy boys foram desaparecendo suplantados pela cultura pop, que começara a se formar

 

teddy boys

teddy boys

O jeans e o american Way of life

Nos anos 30 na América as calças jeans deixaram de ser usadas apenas para ocasiões de trabalho e começaram a ser usadas em ocasião de lazer. Nos anos 50 começaram a ser exportadas para a Europa e representavam um ideal de vida americana, e se impuseram principalmente devido ao significado simbólico que tinham de liberdade e protesto contra a burguesia. Além disso eram práticas e robustas. Hoje em dia, passaram a ser usadas em qualquer ocasião, fazendo parte do guarda roupa  básico  da maioria das pessoas, e perderam quase por completo seu potencial de rebeldia, a não ser quando são rasgadas.

 

Juventude como ideal da sociedade

Nos anos 60 na Europa a geração pós guerra estava a ficar adulta mas o ideal de beleza era a juventude, que havia atingido os domínios da sociedade e da moda. Tinha-se formado uma forte e poderosa camada de consumidores juvenis, que não dispunham de dinheiro para consumir produtos de alta costura.

Desta forma a moda perdia o seu caráter elitista tornando-se  um fenômeno de Massa e da juventude para atender este mercado . Em finais da década de 50 a Moda  é usada também para manifestar pontos de vista  políticos.

A geração  de 60, deixara de se definir segundo valores burgueses, como a moral e a boa educação, pondo a nu a ambiguidade desses termos. A sexualidade pela primeira vez era livre. A pílula fez sumir o medo da gravidez indesejada, o que possibilitava uma sexualidade independente do preconceito burguês. Quem quisesse ser descolado tinha que ser sexualmente libertino.

A mulher-menina com seus olhos grandes e ingênuos  à observar o mundo com seu corpo sem curvas, ocupava o lugar da senhora elegante que outrora era o ideal de beleza. Twiggy tornou-se a primeira top model, ela era o ícone da beleza.

 

Twiggy

Twiggy

“The September Issue”

2 jul

PARK CITY, Utah (Reuters) – A editora-chefe da Vogue, Anna Wintour, abriu as portas da revista considerada a bíblia da moda norte-americana num documentário que fez sua estréia no Festival Sundance de Cinema.

“The September Issue” (A edição de setembro) enfoca a própria Wintour, cujo comando implacável sobre a indústria da moda durante os anos em que vem dirigindo a revista da empresa Conde Nast lhe valeu uma reputação de pessoa gelada. Essa fama teria inspirado a personagem de Meryl Streep em “O Diabo Veste Prada”, de 2006.

O filme gira em torno dos oito meses de preparativos para a maior edição do ano da Vogue. A revista concedeu ao diretor R.J. Cutler passagem livre ao escritório dela na Times Square de Nova York, e ele pôde acompanhar Wintour e a diretora criativa da Vogue, Grace Coddington, por toda parte.

Com cabelos curtos, óculos escuros e expressão austera, Anna Wintour é há anos presença constante nas primeiras fileiras do público nos desfiles de moda de Nova York a Paris. Ela chefia uma publicação fundada em 1892 e que  conta por muitos como a revista de moda mais influente do mundo.

atualmente vêm crescendo as especulações de que ela poderia estar pensando em se aposentar ou que estaria sendo cogitada pelo presidente Barack Obama para assumir a função de embaixadora dos EUA na França.

“The September Issue” será exibido este ano na rede A&E, e os direitos internacionais foram vendidos à produtora Wild Bunch.

Tribo Urbana – Rockabilly

2 jul

O Rockabilly teve início nos rebeldes e nostálgicos anos 50. Esta subcultura surgiu nos Estados Unidos, tendo como seu representante principal Bill Haley. Ele inovou ao misturar jump blues e electric country, dois estilos musicais da época ( em 1954), no mesmo ano, entretanto, um cantor chamado Elvis Presley iniciou a verdadeira popularização do gênero com uma série de gravações lançadas pela Sun Records. Elvis Presley, obviamente, é a principal figura dessa subcultura. Foi ele quem popularizou a música e toda a cultura relacionada a ela. Transformou-se em um ícone, um ídolo revolucionário. Em meados dos anos 50, todos adolescentes queriam ser Elvis ou pelo menos ter um disco lançado pela mítica gravadora Sun Records. O valor do Rockabilly como forma de consolidação da rebeldia adolescente, aspecto latente no período pós-guerra,foi a primeira vez que o segmento adolescente encontrou uma forma verdadeira de se manifestar, mesmo que isto, à inicialmente, tenha sido condenado pela parte conservadora da sociedade. Até esse presente momento existiam dois segmentos distintos no meio social: os adultos e as crianças. Ou seja, o período de agitação e contestações, que caracteriza a fase adolescente, era abafado em nome da moral e dos bons costumes. Essa forma de contestação era personificada pelas figuras de James Dean e Marlon Brando,as inquietações destes ícones, na época jovens atores, foram viabilizadas por seus trabalhos no cinema em filmes como Juventude Transviada, Um Bonde Chamado Desejo e O Selvagem, todos indispensáveis para que o mundo acolhesse o Rockabilly como manifestação cultural.

Estilo

poster rock

Ao mesmo tempo, cabelos armados, jeans brutos – melhor se com barras dobradas -, T-Shirts brancas, jaquetas em couro – principalmente em estilo perfecto -, camisas com colarinho pequeno, blazers ajustados com abotoamento baixo, cardigans curtos e gravatas em cor única, podem ser apontados como itens de vestuário para os homens adeptos ao Rockabilly. Já, para as mulheres, são aprovadas tanto saias rodadas, como saias lápis, reforço, neste caso, do estilo sensual das Pin-Ups. A sensualidade ingênua delas também influencia a elaboração dos cabelos e maquiagens, bem como, a utilização de prints em motivos animais, como tigrados, por exemplo. Ou seja, cabelos ondulados, boca vermelha bem marcada e blush rosado são importantes, além disso a mulher que vive nesse meio contempla a utilização de twin-sets em malha, calças cigarretes e camisas brancas. A inocência deste período também pode ser interpretada através de alguns padrões típicos, como o petit pois e o xadrez vichy, utilizados para adornar saias, camisas e calças. A cintura marcada, fator que contribui para o arredondamento dos quadris, é item importante na caracterização das adeptas desta subcultura, acompanhando todas essas peças para formar o look final dessa mulher temos também os colares e pulseiras em bolas, pérolas que eram muito populares na década de 50, também tendo a sua importância as flores grandes em materiais diversos. Elas podem ser utilizadas para adornar penteados, por exemplo. Os calçados eram com bicos arredondados, tanto para os modelos baixos, como para os modelos altos. A princípio de curiosidade, a popularização das sapatilhas nos anos 50, se deu devido à tribo das Teddy Girls, que utilizavam este tipo de calçado como forma de representar sua rebeldia com os padrões sociais vigentes. Mas, o fato é que as sapatilhas acabaram se popularizando por serem confortáveis, possibilitando maior versatilidade para dançar. Há grandes eventos, que ocorrem hoje em dia de Rockabilly nos EUA como o Viva Las Vegas. É considerado o maior evento de rockabilly do mundo, com duração de 4 dias, mais de 100 bandas e artistas originais, dividindo três palcos e pista de dança.

Lugares para dançar e  frequentar ( Rockabilly) em São Paulo:

– Woolly Bully – Av: Independência- 4.170 – Vinhedo – S.P

– The Clock – Rua Turiassú – 806 – Perdizes – S.P